Consagrou a mulher moderna como sucesso de público. Seu primeiro livro, O DIÁRIO DE BRIDGET JONES, vendeu dois milhões de exemplares no mundo todo e mais de 40 mil no Brasil; foi best-seller na Inglaterra; ganhou o British Book Award de 1998; freqüentou a lista de mais vendidos nos Estados Unidos por duas semanas; e foi publicado em 23 países diferentes. E não foi à toa. Sua personagem conquistou leitores de todas as partes do mundo com suas neuroses, problemas e conflitos que a maioria das mulheres vive, em todo o mundo. Londrina típica e celebridade desde que se tornou conhecida como a autora de O DIÁRIO DE BRIDGET JONES, Helen Fielding é jornalista e já exerceu a profissão, trabalhando para a BBC (em Londres) na produção e realização de documentários. Hoje, aos 42 anos, tem-se dedicado à carreira de escritora e estará lançando em abril na 16ª Bienal Internacional de São Paulo seu segundo livro, Bridgett Jones no limite da razão, nos intervalos de sua atribulada agenda. Sem contar que Helen providenciou a adaptação do seu best-seller para o cinema. Mas tudo isso não existiria se não fosse uma coluna de jornal. Em 1995, Helen foi convidada a escrever uma vez por semana para o jornal inglês ?The Independent?. Resolveu, então, desenvolver uma personagem que pudesse mostrar as contradições enfrentadas pelas mulheres nos dias de hoje. Nasceu Bridget Jones, alter ego ficcional de Fielding, que pode soltar seu humor na pele da sua criação, sempre inspirando-se em várias amigas e em si própria para compor o cotidiano urbano e criar situações que ilustram as neuroses e os conflitos das mulheres modernas. Aliás, Helen Fielding tem muitos pontos em comum com sua anti-heroína. Trabalhou na mídia, é solteira e fuma ? apesar de dizer que está sempre se preparando para deixar o vício. E, como diz a própria Helen, ?ainda me sinto envergonhada por ter passado dos trinta anos e ainda ser solteira?.
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